
sexta-feira, 29 de outubro de 2010

quinta-feira, 28 de outubro de 2010
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Vlad V
Doce Lar Dos Malucos
Fui convidado pra uma festa num bar
Lar doce lar dos malucos
É o nome do lugar
Poster do raul na parede
E uma banda a tocar
Rock n´roll nas altura
É aqui que eu vo ficar
Garçom me traz uma cerveja
Toca um blues eu vo cantar
Ta todo mundo no clima
Até que alguém ligo, pinto sujeira é melhor se manda
Bateu a policia,é hora de ir em bora
Agora q ficou bom,vizinho tem q estragar.
Bateu a policia,é hora de ir em bora
Agora q ficou bom a festa tem q acaba
E Rock n´roll a rolar
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Então, foi
domingo, 10 de outubro de 2010
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Os Sonhos alimentam minha mente
por isso eu acordo não desisto sigo em frente
a vida não é fácil para ninguém
as vezes você perde as vezes se da bem
e eu não quero mais me arrepender
das coisas que eu fiz o que eu deixei de fazer
e eu não quero mais me arrepender
das vezes que calei e tinha muito o que dizer
Não pense que eu sou como você
que come pilha da mídia, usa roupa da moda
e quando abre a boca meio mundo de bosta
Não pense que eu sou como você...
Sou o que sou e não o que você quer
eu faço tudo que eu quero falo tudo o que quiser
não sou playboy não vivo de mitiê
e na hora que der na telha eu mando o mundo se fuder
(Pablo Dominguez- Sou o que sou)
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
querida mamãe...

"Ela é exatamente como os seus livros: transmite uma sensação estranha, de uma sabedoria e uma amargura impressionantes. É lenta e quase não fala. Tem olhos hipnóticos, quase diabólicos. E a gente sente que ela não espera mais nada de nada nem de ninguém, que está absolutamente sozinha e numa altura tal que ninguém jamais conseguiria alcançá-la. Muita gente deve achá-la antipaticíssima, mas eu achei linda, profunda, estranha, perigosa. É impossível sentir-se à vontade perto dela, não porque sua presença seja desagradável, mas porque a gente pressente que ela está sempre sabendo exatamente o que se passa ao seu redor. Talvez eu esteja fantasiando, sei lá. Mas a impressão foi fortíssima, nunca ninguém tinha me perturbado tanto”.
(Caio Fernando Abreu)
*recebi, pensei e postei
terça-feira, 5 de outubro de 2010
De que tenho medo? de perder a inocência, ouça, não quero afirmar que sou a pureza em pessoa e nem quero o gosto doce como espartamo da inculpatibilidade.O que digo é que, espero do fundo do meu coração sentir a essência das coisas, poder escolher o caminho que tem mais sentimento e priorizar a simplicidade.
O resto é silêncio...
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
40 anos sem Janis



O destaque da banda foi no Festival Pop de Monterrey, com uma versão da música “Ball and Chain” e os marcantes vocais de Janis. Seu álbum de 1968 Cheap Thrills fez o nome de Janis.

Joplin morreu de overdose de heroína em 4 de outubro de 1970, em Los Angeles, Califórnia, com apenas 27 anos. Foi cremada no cemitério-parque memorial de Westwood Village, na cidade de Westwood, Califórnia, e suas cinzas foram espalhadas pelo Oceano Pacífico numa cerimônia. O álbum Pearl foi lançado 6 meses após sua morte. O filmeThe Rose, com Bette Midler no papel de Janis Joplin, baseou-se em sua vida.
Ela hoje é lembrada por sua voz forte e marcante, bastante distante das influências folk mais comuns em sua época, e também pelos temas de dor e perda que escolhia para suas músicas.
Um presente inesperado

Hoje pela manhã ganhei... Um sorriso!
Não me julgue tola, pois não foi um sorriso qualquer, destes projetados artificialmente para agradar. Era um sorriso em extinção nos meus dias: um sorriso de C-R-I-A-N-Ç-A.
Em meio há todos estes dias agitados, e pessoas indiferentes, aquele sorriso me fez parar no tempo, me fez pensar em quantos tolos e bobos sorrisos eu já deixei passar despercebidos. Parei no tempo daqueles segundos devoradores, e imaginei em quantos corações indiferentes aquela garotinha já chegou, sem ter noção da profundidade que pode causar o ato falho e extremamente necessário de deixar os lábios livres e gentis para o novo e desconhecido.
Menina-moça, tentaram me fazer acreditar que o amor não existe e que sonhos estão fora de moda. Cavaram um buraco bem fundo e tentaram enterrar todos os meus desejos, um a um, como fizeram com os deles. Mas como menina-teimosa que sou, ainda insisto em desentortar os caminhos. Em construir castelos sem pensar nos ventos. Em buscar verdades enquanto elas tentam fugir de mim. A manter meu buquê de sorrisos no rosto, sem perder a vontade de antes. Porque aprendi com a Dona Chica, que a vida, apesar de bruta, é meio mágica. Dá sempre pra tirar um coelho da cartola. E lá vou eu, nas minhas tentativas, às vezes meio cegas, às vezes meio burras, tentar acertar os passos. Sem me preocupar se a próxima etapa será o tombo ou o vôo. Eu sei que vou. Insisto na caminhada. O que não dá é pra ficar parado. Se amanhã o que eu sonhei não for bem aquilo, eu tiro um arco-íris da cartola. E refaço. Colo. Pinto e bordo. Porque a força de dentro é maior. Maior que todo mal que existe no mundo. Maior que todos os ventos contrários. É maior porque é do bem. E nisso, sim, acredito até o fim. O destino da felicidade, me foi traçado no berço. Disse um certo pai Ogum
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Como se eu estivesse por fora do movimento da vida. A vida rolando por aí feio roda- gigante, com todo mundo dentro, e eu aqui parada, pateta, sentada na mesa do bar, conversando com a garrafa e meus cigarros velhos, sem fazer nada, como se estivesse desaprendido a linguagem dos outros.
Então saio andando por ruas falando e rindo, falava e ria, minhas desequilibradas palavras á levíssima embriaguez e alucinações na madrugada.
Daí penso coisas bobas, quando, sentada no ônibus olhando para fora da janela, depois de trabalhar o dia inteiro, encosto a cabeça na vidraça, deixo a paisagem correr e penso demais em você.
Perdoe a minha precariedade e minhas tentativas inábeis, desajeitadas...
É preciso que você venha nesse exato momento, abandone o antes, chame do que quiser. Mas venha. Quero dividir meus erros, loucuras, beijos, chocolates...
Me sinto deitada no seu ombro, via seu rosto muito perto.
Mas esse era apenas um dos meus loucos sonhos...
Obs-madrugada eu escrevo melhor

Vindos da Zona LOST, apelido dado para a Zona Leste da cidade de São Paulo, e também de onde vieram as bandas mais garageiras da cena brasileira, Os Haxixins (www.myspace.com/oshaxixins) talvez sejam a mais obscura de todas. Influenciados pelo rock 60's, garage punk e psicodelia, os amigos Sir Uly (bateria) e Fábio (Guitarra) resolveram montar um repertório “Só com o pedal Fuzz e a coragem”, segundo o próprio Sir Uly, depois de terem feito parte da extinta banda “The Merry Pranksters”. O nome “ Os Haxixins” surgiu depois do convite feito para o baixista Daniel e organista Alôpra, inspirados no livro “Clube dos Haxixins”, que relata as experiências de um grupo de fumantes de haxixe fundado em 1845, que reunia artistas como, Charles Baudelaire, Téophile Gautier e Eugene Delacroix. As reuniões, realizadas no Hotel Pimodan, serviam para promover o uso de haxixe, levando seus membros a se deliciarem nas mais fantásticas alucinações e pesadelos, coisas com as quais os atuais Haxixins se identificam.
Além do visual retrô, os caras só tocam com equipamentos antigos, e fazem questão de carregar seus Gianini Tremendões e Phelpas por onde vão. Outro diferencial das apresentações ao vivo é o "light show", projetores de luzes psicodélicas sobre os músicos. Na estrada desde meados de 2003, os caras já tocaram em lugares tão ímpares quanto o Bar do Bal, no extremo sul da Zona Sul, e o Bar do Aranha no coração da Vila Formosa, mas também em bares do circuito de música independente. Depois de quase desistirem de gravar um disco devido a tentativas frustradas de gravar como as bandas dos anos 60 (ou pelo menos se aproximarem do estilo das gravações, sujas e pequenas), em 2007 eles foram apadrinhados pelo Berlin Estúdio e produzidos por um dos donos, Jonas Serodio (The Sellouts, The Drugs, Butcher's Orchestra e The Blackneedles), e conseguiram chegar no resultado tão esperado com o uso de gravador de rolo, amplificadores valvulados e instrumentos de época.
Os Haxixins acabam de assinar com o selo independente português Groovie Records , por onde vão lançar um disco em vinil apresentando algumas das suas composições próprias banhadas em ácido lisérgico. Com letras em português, guitarras fuzz, baixos hipnóticos e órgãos derretidos, os Haxixins proporcionam uma viagem visual ou musical, com ou sem sua droga predileta.