
E você apareceu assim...com esse seu sorriso encantador que conseguiu meu olhar e minha atenção.
Você é sinônimo de carinho, você é a felicidade, pra mim, agora <3
Fui convidado pra uma festa num bar
Lar doce lar dos malucos
É o nome do lugar
Poster do raul na parede
E uma banda a tocar
Rock n´roll nas altura
É aqui que eu vo ficar
Garçom me traz uma cerveja
Toca um blues eu vo cantar
Ta todo mundo no clima
Até que alguém ligo, pinto sujeira é melhor se manda
Bateu a policia,é hora de ir em bora
Agora q ficou bom,vizinho tem q estragar.
Bateu a policia,é hora de ir em bora
Agora q ficou bom a festa tem q acaba
E Rock n´roll a rolar
Então, foi
Os Sonhos alimentam minha mente
por isso eu acordo não desisto sigo em frente
a vida não é fácil para ninguém
as vezes você perde as vezes se da bem
e eu não quero mais me arrepender
das coisas que eu fiz o que eu deixei de fazer
e eu não quero mais me arrepender
das vezes que calei e tinha muito o que dizer
Não pense que eu sou como você
que come pilha da mídia, usa roupa da moda
e quando abre a boca meio mundo de bosta
Não pense que eu sou como você...
Sou o que sou e não o que você quer
eu faço tudo que eu quero falo tudo o que quiser
não sou playboy não vivo de mitiê
e na hora que der na telha eu mando o mundo se fuder
(Pablo Dominguez- Sou o que sou)
"Ela é exatamente como os seus livros: transmite uma sensação estranha, de uma sabedoria e uma amargura impressionantes. É lenta e quase não fala. Tem olhos hipnóticos, quase diabólicos. E a gente sente que ela não espera mais nada de nada nem de ninguém, que está absolutamente sozinha e numa altura tal que ninguém jamais conseguiria alcançá-la. Muita gente deve achá-la antipaticíssima, mas eu achei linda, profunda, estranha, perigosa. É impossível sentir-se à vontade perto dela, não porque sua presença seja desagradável, mas porque a gente pressente que ela está sempre sabendo exatamente o que se passa ao seu redor. Talvez eu esteja fantasiando, sei lá. Mas a impressão foi fortíssima, nunca ninguém tinha me perturbado tanto”.
(Caio Fernando Abreu)
*recebi, pensei e postei
De que tenho medo? de perder a inocência, ouça, não quero afirmar que sou a pureza em pessoa e nem quero o gosto doce como espartamo da inculpatibilidade.O que digo é que, espero do fundo do meu coração sentir a essência das coisas, poder escolher o caminho que tem mais sentimento e priorizar a simplicidade.
O resto é silêncio...
O destaque da banda foi no Festival Pop de Monterrey, com uma versão da música “Ball and Chain” e os marcantes vocais de Janis. Seu álbum de 1968 Cheap Thrills fez o nome de Janis.
Joplin morreu de overdose de heroína em 4 de outubro de 1970, em Los Angeles, Califórnia, com apenas 27 anos. Foi cremada no cemitério-parque memorial de Westwood Village, na cidade de Westwood, Califórnia, e suas cinzas foram espalhadas pelo Oceano Pacífico numa cerimônia. O álbum Pearl foi lançado 6 meses após sua morte. O filmeThe Rose, com Bette Midler no papel de Janis Joplin, baseou-se em sua vida.
Ela hoje é lembrada por sua voz forte e marcante, bastante distante das influências folk mais comuns em sua época, e também pelos temas de dor e perda que escolhia para suas músicas.
Hoje pela manhã ganhei... Um sorriso!
Não me julgue tola, pois não foi um sorriso qualquer, destes projetados artificialmente para agradar. Era um sorriso em extinção nos meus dias: um sorriso de C-R-I-A-N-Ç-A.
Em meio há todos estes dias agitados, e pessoas indiferentes, aquele sorriso me fez parar no tempo, me fez pensar em quantos tolos e bobos sorrisos eu já deixei passar despercebidos. Parei no tempo daqueles segundos devoradores, e imaginei em quantos corações indiferentes aquela garotinha já chegou, sem ter noção da profundidade que pode causar o ato falho e extremamente necessário de deixar os lábios livres e gentis para o novo e desconhecido.
Menina-moça, tentaram me fazer acreditar que o amor não existe e que sonhos estão fora de moda. Cavaram um buraco bem fundo e tentaram enterrar todos os meus desejos, um a um, como fizeram com os deles. Mas como menina-teimosa que sou, ainda insisto em desentortar os caminhos. Em construir castelos sem pensar nos ventos. Em buscar verdades enquanto elas tentam fugir de mim. A manter meu buquê de sorrisos no rosto, sem perder a vontade de antes. Porque aprendi com a Dona Chica, que a vida, apesar de bruta, é meio mágica. Dá sempre pra tirar um coelho da cartola. E lá vou eu, nas minhas tentativas, às vezes meio cegas, às vezes meio burras, tentar acertar os passos. Sem me preocupar se a próxima etapa será o tombo ou o vôo. Eu sei que vou. Insisto na caminhada. O que não dá é pra ficar parado. Se amanhã o que eu sonhei não for bem aquilo, eu tiro um arco-íris da cartola. E refaço. Colo. Pinto e bordo. Porque a força de dentro é maior. Maior que todo mal que existe no mundo. Maior que todos os ventos contrários. É maior porque é do bem. E nisso, sim, acredito até o fim. O destino da felicidade, me foi traçado no berço. Disse um certo pai Ogum