segunda-feira, 30 de maio de 2011

Mas te vejo e sinto o brilho desse olhar
Que me acalma me traz força pra encarar tudo <3

terça-feira, 24 de maio de 2011

Eu quero nós. Mais nós. Grudados. Enrolados. Amarrados. Jogados no tapete da sala. Nós que não atam nem desatam. Eu quero pouco e quero mais. Quero você. Quero eu. Quero domingos de manhã. Quero cama desarrumada, lençol, café e travesseiro. Quero seu beijo. Quero seu cheiro.

“Só nós dois, só os dois, só à dois.”

Caio Fernando Abreu

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Sinto a falta dele, como se me faltasse um dente na frente
Um amigo meu, médico, assegurou-me que desde o berço a criança sente o ambiente, a criança quer: nela o ser humano, no berço mesmo, já começou.
Tenho certeza de que no berço a minha primeira vontade foi a de pertencer. Por motivos que aqui não importam, eu de algum modo devia estar sentindo que não pertencia a nada e a ninguém. Nasci de graça.
Se no berço experimentei esta fome humana, ela continua a me acompanhar pela vida afora, como se fosse um destino.
Exatamente porque é tão forte em mim a fome de me dar a algo ou a alguém, é que me tornei bastante arisca: tenho medo de revelar de quanto preciso e de como sou pobre. Sou, sim. Muito pobre. Só tenho um corpo e uma alma. E preciso de mais do que isso.
...quase consigo me visualizar no berço, quase consigo reproduzir em mim a vaga e no entanto premente sensação de precisar pertencer. Por motivos que nem minha mãe nem meu pai podiam controlar, eu nasci e fiquei apenas: nascida.
No entanto fui preparada para ser dada à luz de um modo tão bonito. Minha mãe já estava doente, e, por uma superstição bastante espalhada, acreditava-se que ter um filho curava uma mulher de uma doença. Então fui deliberadamente criada: com amor e esperança. Só que não curei minha mãe. E sinto até hoje essa carga de culpa: fizeram-me para uma missão determinada e eu falhei. Como se contassem comigo nas trincheiras de uma guerra e eu tivesse desertado. Sei que meus pais me perdoaram por eu ter nascido em vão e tê-los traído na grande esperança.
Mas eu, eu não me perdôo.
A vida me fez de vez em quando pertencer, como se fosse para me dar a medida do que eu perco não pertencendo. E então eu soube: pertencer é viver.


(C.L)

sábado, 14 de maio de 2011

Eu sei que falo demais e machuco, eu sei que devia ficar quieta e não provocar uma briga boba.
Mais agora eu realmente peço desculpa e me arrependo de tudo que falei todas essas vezes que me descontrolei. Obrigada por tentar me compreender *-*
Tenho medo da perda, mais acredito que não precisamos passar por esse medo
Descobrimos que não conseguimos ficar longe e deixar uma briga abalar a gente (:

*Foi lindo o que você fez.
eu me senti e ainda me sinto péssima, e não vi o quanto te machuquei, não para chegar ao ponto que chegou ;/

Te amo! verdadeiramente
Sinto impulsos covardes, assustadiços e escapistas de voltar.
Também porque sinto saudade, muita, de tudo. Mas sei que não devo.
Mudei tanto, será a idade? Serão os tempos?

sexta-feira, 13 de maio de 2011

"Quando ouvir essa canção,canto ela pra você
Canção que eu fiz só pra lhe dizer...
que eu piro quando você passa"
"Tem dias que tudo acontece quase sem querer
Fechei os olhos, de repente só via você
E se agente é diferente então tem tudo a ver
E se não lembra saiba que eu não vou esquecer
Aquele beijo que me deu"

(cravo e canela -P.D)

terça-feira, 10 de maio de 2011

Dylan

Pode dar trabalho, pode sujar a casa, pode não te obedecer; você pode gritar com ele, pode se irritar com ele, pode até magoar ele… Mas nem em mil anos, ele vai pensar em te abandonar ou vai querer te ver mal.

domingo, 8 de maio de 2011

Mas tenho medo do que é novo e tenho medo de viver o que não entendo - quero sempre ter a garantia de pelo menos estar pensando que entendo, não sei me entregar à desorientação.