Você está presente aqui. Está presente em cada sonho, você é quem faz parte de cada plano. Você está presente em cada sorriso, mas também em cada lágrima. Você está presente em cada uma dessas palavras, em todas essas frases e em tudo o que eu escrevo. Você está presente na saudade, nas batidas do meu coração e em todos os momentos felizes. Estás presente nas letras de todas as músicas em que ouço, em tudo o que leio, em tudo o que eu escuto. Você está presente nessa distância. Sim, você está presente por não estar aqui. Você está presente no meu incondicional amor, na pior das dores, na melhor das felicidades. Você está presente no meu passado, também está no meu brilhante futuro, você está presente no meu presente. Você está presente no meu coração, no meu corpo, nas minhas ações, nos meus pensamentos… Você está presente em mim.
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Você está presente aqui. Está presente em cada sonho, você é quem faz parte de cada plano. Você está presente em cada sorriso, mas também em cada lágrima. Você está presente em cada uma dessas palavras, em todas essas frases e em tudo o que eu escrevo. Você está presente na saudade, nas batidas do meu coração e em todos os momentos felizes. Estás presente nas letras de todas as músicas em que ouço, em tudo o que leio, em tudo o que eu escuto. Você está presente nessa distância. Sim, você está presente por não estar aqui. Você está presente no meu incondicional amor, na pior das dores, na melhor das felicidades. Você está presente no meu passado, também está no meu brilhante futuro, você está presente no meu presente. Você está presente no meu coração, no meu corpo, nas minhas ações, nos meus pensamentos… Você está presente em mim.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
terça-feira, 24 de maio de 2011
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Um amigo meu, médico, assegurou-me que desde o berço a criança sente o ambiente, a criança quer: nela o ser humano, no berço mesmo, já começou.
Tenho certeza de que no berço a minha primeira vontade foi a de pertencer. Por motivos que aqui não importam, eu de algum modo devia estar sentindo que não pertencia a nada e a ninguém. Nasci de graça.
Se no berço experimentei esta fome humana, ela continua a me acompanhar pela vida afora, como se fosse um destino.
Tenho certeza de que no berço a minha primeira vontade foi a de pertencer. Por motivos que aqui não importam, eu de algum modo devia estar sentindo que não pertencia a nada e a ninguém. Nasci de graça.
Se no berço experimentei esta fome humana, ela continua a me acompanhar pela vida afora, como se fosse um destino.
Exatamente porque é tão forte em mim a fome de me dar a algo ou a alguém, é que me tornei bastante arisca: tenho medo de revelar de quanto preciso e de como sou pobre. Sou, sim. Muito pobre. Só tenho um corpo e uma alma. E preciso de mais do que isso.
...quase consigo me visualizar no berço, quase consigo reproduzir em mim a vaga e no entanto premente sensação de precisar pertencer. Por motivos que nem minha mãe nem meu pai podiam controlar, eu nasci e fiquei apenas: nascida.
No entanto fui preparada para ser dada à luz de um modo tão bonito. Minha mãe já estava doente, e, por uma superstição bastante espalhada, acreditava-se que ter um filho curava uma mulher de uma doença. Então fui deliberadamente criada: com amor e esperança. Só que não curei minha mãe. E sinto até hoje essa carga de culpa: fizeram-me para uma missão determinada e eu falhei. Como se contassem comigo nas trincheiras de uma guerra e eu tivesse desertado. Sei que meus pais me perdoaram por eu ter nascido em vão e tê-los traído na grande esperança. Mas eu, eu não me perdôo.
No entanto fui preparada para ser dada à luz de um modo tão bonito. Minha mãe já estava doente, e, por uma superstição bastante espalhada, acreditava-se que ter um filho curava uma mulher de uma doença. Então fui deliberadamente criada: com amor e esperança. Só que não curei minha mãe. E sinto até hoje essa carga de culpa: fizeram-me para uma missão determinada e eu falhei. Como se contassem comigo nas trincheiras de uma guerra e eu tivesse desertado. Sei que meus pais me perdoaram por eu ter nascido em vão e tê-los traído na grande esperança. Mas eu, eu não me perdôo.
A vida me fez de vez em quando pertencer, como se fosse para me dar a medida do que eu perco não pertencendo. E então eu soube: pertencer é viver.
(C.L)
domingo, 15 de maio de 2011
sábado, 14 de maio de 2011
Eu sei que falo demais e machuco, eu sei que devia ficar quieta e não provocar uma briga boba. Mais agora eu realmente peço desculpa e me arrependo de tudo que falei todas essas vezes que me descontrolei. Obrigada por tentar me compreender *-*
Tenho medo da perda, mais acredito que não precisamos passar por esse medo
Descobrimos que não conseguimos ficar longe e deixar uma briga abalar a gente (:
*Foi lindo o que você fez.
eu me senti e ainda me sinto péssima, e não vi o quanto te machuquei, não para chegar ao ponto que chegou ;/
Te amo! verdadeiramente
sexta-feira, 13 de maio de 2011
quarta-feira, 11 de maio de 2011
terça-feira, 10 de maio de 2011
Dylan
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